quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

De pés descalços pela paz

Por favor, tire os sapatos! Ajoelhe-se! Curve-se diante da imagem em sinal de respeito a filosofia escolhida pelos tailandeses, o Budismo! Nunca fique em pé diante de Budah, seus pés devem estar sempre virados para trás (caso contrário, eles batem com uma varetinha em suas pernas falando "Sit down, please!", sei bem).


Essas são regras básicas nos Templos de Bangkok! Mas a principal é: vá de chinelo (nunca, em mil blogs que eu li, alguém me falou isso, eu fui de rasteirinha de zíper e só me irritei), os pés devem estar descalços ao entrar em qualquer Templo.

Eu sempre gostei do budismo e visitar um país onde cerca de 95% das pessoas são budistas foi incrível. Lá são mais de 18 mil templos e mais de 140 mil sacerdotes budistas. Pra quem não sabe, o budismo é a religião que prega a felicidade e a tranquilidade, contentando-se com aquilo que a vida te oferece. E é inacreditável como os tailandeses mostram isso mesmo! Eles trabalham tanto, tanto, tanto, ganham pouco e vivem felizes! Mas essa impressão vou comentar mais tarde...hahaha


Colírio para os olhos

Pra começar nosso passeio pelos templos budistas fomos conhecer o Big Budah. Sim! É um Big Budah meeeesmo...todo dourado, lindo! No lugar onde fica a estátua existem várias outras de Budah e muitos "templinhos". Lá as pessoas acendem incenso, se ajoelham e rezam. Tem um templo principal também, super bonito e claro, com muito ouro! Uma coisa que me chamou bastante a atenção, logo nesse primeiro templo é que (como já falei) deixamos os sapatos na parte da fora, mas o incrível é que quando você volta para pegar, eles estão lá, intactos! Gente, isso é surpreendente, porque aposto que se fosse aqui no Brasil muitos já sumiriam! Sei que é triste, mas é verdade.

Enquanto andávamos por lá, vimos várias pessoas entrando em uma "casinha". Curiosos, tiramos os sapatos e entramos também. O lugar era bem pequeno. Todos estavam ajoelhados. Nos sentamos e quando olhamos...havia um monge, dentro de um "aquario" com água embaixo, de olhos fechados, com as pernas cruzadas e segurando uma corda que estava amarrada em uma pedra no fundo da água. (Confuso? leia de novo e imagine a cena). Impressionante! Ele nem parecia de verdade e as pessoas repetiam um mantra. Eu e o Gui ficamos com vergonha de tirar uma foto e logo saimos dali.

Depois do Big Budah fomos direto para o Sleeping Budah. O local é um mosteiro antigo, com várias estatuetas espalhadas.



Como o próprio nome já diz, a atração deste mosteiro é o templo com o Budah Dormindo (ele não parece estar dormindo, mas...). Ele é enorme e todo folhado a ouro. Difícil mesmo é conseguir um espaço pra tirar foto com ele, mas, se você tiver paciência pra esperar alguns minutos consegue uma foto razoável!hahaha

O vídeo
Agora vocês ficam com o vídeo que mostra os dois lugares. Reparem nos detalhes dos pés do Budah. Fotografei também os desenhos nas paredes, são lindos!


Assim que saimos do mosteiro do Sleeping Budah, Sr. Somsak nos levou ao The Grand Palace, que como o próprio nome já diz, é o maior de todos. Lá é proibido parar os carros, então o taxi precisa "largar" os turistas! (Nos locais anteriores o taxista pode aguardar). Nos despedimos do Sr Somsak e seguimos para o templo, porém, demos o azar de chegar em um dia que ele estava fechado!haha Era dia de uma comemoraçao oficial, então voltamos a pé (naquele sol de rachar o coco) para o hotel, trocamos de roupa e fomos direto comer!



Depois da barriga cheia, lógico que fiz o Gui passear comigo! Ele é fascinado por massagem e eu já queria conhecer os peixinhos do fish spa. Então foi assim que terminamos o segundo dia em Bangkok, Gui na massagem (não tenho fotos=/) e eu no Fish Spa!

O vídeo não tem áudio mesmo!





Sobre o fish spa: faz muitas, mas muitas cócegas! Dá pra ver pela minha cara, né? Mas depois os pés ficam bem limpinhos e lisinhos! =)

Quinta-feira que vem finalmente vou apresentar pra vocês The Grand Palace!#PartiuTailândia

sábado, 24 de janeiro de 2015

Turistando em Bangkok


Antes de mais nada, preciso dizer que eu fiquei completamente apaixonada por Bangkok, gente! E eu espero que até o fim das minhas postagens sobre a viagem vocês também se apaixonem! 

Bom, no primeiro dia oficial de passeios nós acordamos super cedo. Saímos do hotel e fomos em busca de um café bem tailândes! O Gui optou por uma mistureba com carne de porco, eu não quis abusar e fiquei no pão com queijo mesmo!
Os cafés da manhã deles costumam ser bem reforçados. Tem muita coisa com ovo, carne, macarrão (sim! Comida que nós, brasileiros, estamos acostumados a comer no almoço), mas tem frutas e yogurt também. Nós costumávamos pagar uns R$25 para os dois nas refeições, mega barato! Deixando a comida pra lá (por enquanto), o que valeu mesmo foi o aconchego do restaurante, olhem só!





Ah! No café não pode faltar o famoso Chá Tailândes, que é com leite...uma deli! =)



Não posso deixar de mencionar que por volta das 7h já estava quase uns 25 graus e lá não tem vento, pensem!
Assim que saimos do restaurante fomos abordados por um taxista oferecendo passeios (Lá você não dá um passo sem receber propostas de passeios, tuk tuks, taxis...). Depois de negociarmos, fechamos um dia com o taxista, iniciando no Floating Market (mercado flutuante da Tailândia) e terminando nos templos mais famosos. 

Pausa para falar do taxista! 




Esse da foto é o Sr. Somsak. Um senhor tão simpático e educado que nos cativou. Nos contou que a esposa é doente, que tem dois filhos e que ele trabalha muito, mas mesmo assim, em nenhum momento tirou o sorriso do rosto.
Como simpatizamos com ele, pegamos o telefone para chamá-lo quando precisassemos (estou deixando o contato dele para quem quiser...), e pelo jeito ele também gostou de nós, nos levou para o aeroporto as 4 da matina...um fofo! Pegamos tanto carinho por ele que tivemos que tirar a foto.



Mas enfim, voltando ao Floating Market...Sejam Bem-Vindos!! =)






O Mercado flutuante é quase uma 25 de março. Tem de tudo, desde de coisas pra beber e comer, até budas de todos os tamanhos, elefantes em pedra de jade e vários insetos dentro de quadros (eu trouxe até um morcego de presente). Muitas bolsas, lenços, vestidos, homens com cobras te convidando pra fotos...



O passeio é feito pelo rio, dentro dos barquinhos e as "lojinhas" ficam na margem, caso você goste de alguma coisa é só pedir pra parar. Mas não se preocupe, se você não gostar das coisas você pára do mesmo jeito, porque os vendedores tem umas varinhas que saem pescando os barcos e eles quase te obrigam a comprar. E como já falei..se pechinchar, sai bem baratinho! Os barquinhos são doidos, como não são a remo, voam pela água..no caminho passamos até por casinhas, que são feitas com a mesma madeira do barquinho. Muita gente mora lá...é um passeio super diferente com duração de mais ou menos 1 hora, depende do tanto que você pára pra comprar ou pra comer. Ir pra Tailândia e não passar no Mercado Flutuante é como ir ao Rio de Janeiro e não visitar o Cristo Redentor, lá é tradição, é cultura!








Agora é a vez do vídeo, galera!!



No post anterior eu falei que contaria sobre a rua na qual ficava nosso hotel! Gente, a Rambuttri Road é uma bagunça!! Muito turista, muitos restaurantes e barzinhos e muitas, mas MUITAS barraquinhas com roupas e tranqueiras (como no mercado flutuante), o pior (ou melhor), tudo a preço de banana!
Meninas, lá é o paraiso de vestidos e blusinhas! Tem muita camiseta barata para os meninos também, tudo na faixa de R$12, R$15.
O que também ganha destaque são as casas de massagem, tem uma a cada esquina. Querem saber o preço? 1 hora de massagem por uns R$35. Suuuper barato! Pra lembrancinhas então, vish...dá pra trazer até para o papagaio! Com uns R$10,você traz 6 chaveiros!haha

A rua é uma delícia...olha só..






Como eu e o Gui estavamos cansados, deitavamos cedo, por volta das 23h, mas escutavamos as músicas dos bares tocando até umas 4h, 5h...e detalhe, lá por 7h estava tudo aberto novamente! Todas as noites nós passeavamos nesta rua, então ao longo dos posts eu conto mais sobre ela pra vocês!
Semana que vem vamos visitar os lugares que mais me proporcionaram paz até hoje, os Templos Budistas! Não percam... #PartiuTailândia



P.S: Informação importante, turminha! Quando eu falo em valores, converto para o dólar da época que viajamos, tá? E depois passo para o Real, portanto, quando você viajar os valores podem estar alterados! =)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015





É isso mesmo, gente! Pra entrar na Tailândia não é preciso visto, eles exigem apenas o comprovante de vacinação contra a febre amarela (tome a vacina em qualquer postinho e depois leve a carteirinha na ANVISA do aeroporto para pegar o certificado). Já falei disso porque sem a vacina volta embora, hein? Continuando... quero contar que essa viagem eu fiz com o meu namorado, o Gui, então vocês vão encontrar o nome dele várias vezes por aqui.

Informações importantes 

- A moeda tailandesa é o Baht. Para vocês terem uma noção, R$1 equivale a aproximadamente 12,25 bahts...em dólares: US$ 1 vale 32,88 bahts. Talvez assim seja difícil de entender, mas facilito pra vocês: nosso dinheiro vale muito por lá!

- Nós viajamos no início de dezembro, uma época considerada boa de clima (mesmo passando dos 30 graus algumas vezes) e também de preço. Da metade de dezembro pro final, as passagens quase dobram. 

A viagem

Nossa idéia era conhecer um lugar exótico, com uma cultura diferente, natureza encantadora e povo acolhedor, neste caso a Tailândia se encaixou perfeitamente. Depois de deixarmos certo que seria esse o destino final, compramos as passagens pela Emirates. Ai já fica a dica: essa companhia é excelente! Pegamos o vôo de Guarulhos (São Paulo) e fomos até Dubai (Emirados Árabes). Foram 14 horas no ar. Achei a viagem bem cansativa (confesso), mas pudemos comer e beber a vontade, além, de assistir a uns 5 filmes até lá. Na conexão em Dubai não ficamos nem uma hora e já embarcamos no A380 da Emirates. Gente, esse avião é gigantesco! Só como curiosidade pra vocês: ele tem dois andares, transporta 517 passageiros e pode voar até 15.000 km sem abastecer (pois é, não tiramos fotos dele)



São Paulo - Dubai
Dubai


Ah,esqueci de falar! O aeroporto de Dubai é fantástico! 
Mas voltando a viagem...com o A380 viajamos por mais 7 horas e finalmente chegamos a Bangkok!


Bangkok - Primeiro dia 

É difícil até de escrever sobre essa big city (deveria estar me filmando agora). Eu amei! Amei! Amei! Bangkok é uma São Paulo bem mais movimentada e com um clima delicioso! Assim que saímos do aeroporto, nos deparamos com um mar de carros cor-de-rosa! Os táxis são todos desta cor, alguns verdes e amarelos perdidos no meio. Escolhemos um e seguimos para o hotel. 
Agora imaginem uma highway, onde os carros pegam velocidade de 110km/h, 120km/h. Aos lados muitos outdoors, vários prédinhos antigos com roupas penduradas nas sacadas, digo, muitas roupas penduradas nas sacadas. E em meio a esses prédios e as casas, alguns templos espalhados, todos brilhando com muita cor dourada! E claro, carros e mais carros. Se você já imaginou o trânsito de São Paulo quando mencionei a cidade, então agora imagine um bem pior! 
Pois bem, chegamos na região do hotel, conhecida como Rambuttri perto da famosa Khao San Road (vamos falar dessa rua depois). O hotel era bem bonitinho, tinha piscina e tudo, mas optamos por um mais baratinho, afinal, a idéia era não ficar muito lá. Chegamos em Bangkok por volta das 7h30, então fomos ao hotel, deixamos as coisas, tomamos cafe, passamos em uma casa de câmbio (isso é importante) e seguimos para um shopping, o MBK (é um shopping popular, ótimo para compras baratinhas). Depois voltamos para o hotel e demos uma caminhadinha ao redor...Vish, lá tem taaaanta coisa! Mas eu só vou contar tudo o que encontramos no próximo post, com muitos vídeos e fotos. Mulheres, preparem-se, quase deixei meu namorado doido! Até semana que vem... #partiuTailândia